quinta-feira, 26 de março de 2009

Um livro para nunca se ler


Mais uma pobreza totalmente desqualificada desse sujeitinho que atende pelo nome de Reinaldo Azevedo. Seu livro "O país das petralhas",não economiza argumentos e injúrias para criticar o seu próprio país e principalmente o PT.
Lendo alguns artigos e resenhas sobre o livro, vi que se trata mais uma vez de um besteirol, onde as piadinhas e os trocadilhos são tão constantes que perdem a graça que deveriam ter.
O jornalista da Veja mostra todo o seu preconceito e conservadorismo, sem nunca dar chance para entender a razão das pessoas.
O pior de tudo é ver que ele tem um comparsa, um tal de Diogo Mainardi, que defende junto com ele que o socialismo democrático é uma ilusão criada por esquerdistas.
O que me deixa mais indignada é ter que saber que ainda existem pessoas que como eles, não acreditam em um país mais justo e humano. Ter que ainda ouvir de alguns, que a Copa do Mundo de 2012 não pode ser realizada no Brasil, pois não temos competência. Nunca teremos se não tentarmos, e acreditarmos que é possível.
Se conseguir ter estômago para ler o livro do Reinaldo Azevedo, não deixe também de ler "Lula é minha anta" para não perder mais essa palhaçada.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Carnaval


O carnaval 2009 não foi nada diferente dos outros anos, tivemos desfiles, festas e tudo o que uma festa tipíca brasileira pode oferecer. Mas eu não posso deixar de comentar a minha indignação por vários segmentos da mídia, e pela falta de vergonha na cara de alguns.
É fato que em todas as festas carnavalescas brasileiras, temos consequências graves como aumento no número de acidentes, de gravidez indesejada e no aumento de infectados com o HIV. Mas o que realmente me tira o sono, é ver a nudez explícita na televisão através dos desfiles e todo mundo achando muito normal.
Quer alguns exemplos? No dia 2 de fevereiro desse ano, três turistas alemães tiraram a roupa no saguão do Aeroporto Luís Eduardo Magalhães em Salvador. Quando indagados sobre a atitude, eles alegaram que no Brasil era normal, devido aos trajes que as mulheres usavam aqui.
Se você tirar um tempinho e pesquisar como é vista a mulher brasileira fora do nosso país, irá se deparar com rótulos de mulheres fáceis ou coisa bem pior.
Eu não culpo os estrangeiros, continuo culpando a mídia, onde para um programa ter audiência sempre tem que haver mulheres quase nuas. E no carnaval, só enfeites cobrindo partes íntimas. Mas do que eu estou reclamando, no Brasil é normal. Não é mesmo?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

A crise por Einstein


Em tempos de crise, não poderia deixar de comentar a frase de Albert Einstein na qual diz: "A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de conseguir a saída e soluções fáceis. Sem a crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise, não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise, é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."
O gênio Einstein já nos deixou, mas já parecia saber dos tempos que estavam por vir. Ligue a televisão e veja o quanto essa crise está em todas as pautas.Todas as discussões.O assunto preferido é falar dos demitidos e das receitas para não perder seu emprego. Ninguém lembra de dizer que estamos tendo a oportunidade de mostrar que somos capazes de vencê-la e mais, que ela não atinge todos os setores. Para mim, ela é mais psicológica, do que real.
Grande jogada do Ponto Frio de divulgar que na sua loja, a crise não entra! Só lá podemos comprar e parcelar tranquilamente, pois se você acabar perdendo seu emprego, o seguro dele cobre o resto das parcelas. Mas eles esqueceram de dizer que nas parcelas, já está embutido o seguro.
Segundo o Jornal do Brasil de 10 de Fevereiro de 2009, empresários brasileiros de setores de vestuário e calçado deram-se conta de que cortaram mais vagas do que precisaram. Agora planejam voltar a contratar para repor os estoques perdidos com as demissões. Intensivos em mão-de-obra, os segmentos admitiram que exageraram na dose por temer a crise.
Já a Agência Brasil do dia 12 de fevereiro afirma que a crise internacional não afetou o ritmo de produção de 58, 5% das indústrias fluminenses, mas mesmo assim houve queda nas vendas. O que era de se esperar, com o medo absurdo que as pessoas estão, falta otimismo e segurança, e isso só ajuda a abrir as portas para que a crise continue!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Repúdio a reforma ortográfica


No ano de 2009 simplesmente teremos que nos acostumar a escrever de uma forma diferente, graças ao ex-presidente José Sarney que desde a década de 90, queria emplacar o Brasil nesta nova lei, onde participam todos os países que falam a língua portuguesa.
O que me deixa mais indignada, é que há dez dias atrás podíamos escrever a palavra idéia, com o acento, hoje é considerado um erro ortográfico. Além do mais, nossa língua deixou de ser nossa e virou um produto de barganha comercial e geopolítica.
Agora estamos aqui, tendo que aprender a escrever novamente, várias regrinhas básicas que para mim jamais existiriam. Não deixo de concordar com o escritor Marcos Bagno que em seu livro intitulado “O preconceito lingüístico” (lingüístico não tem mais trema, mas todo mundo esqueceu de avisar o Word das novas regras), afirma que errar na escrita é a mesma coisa que cometer erros para respirar, pois o importante mesmo é o entendimento na comunicação, e devemos respeitar as diferenças sociais e culturais de todos os brasileiros. Sinto mesmo que esses lingüistas devem achar que escrever certo, é uma planta que só nasce no jardim deles!
E agora, o que faremos para compreender a pronúncia de palavras como geléia e colméia que perderam o acento? Acho que os governantes devem mesmo pensar em outros problemas, não em simplesmente mudar a ortografia da nossa língua.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Cultivamos ídolos errados


Essa semana teve a estréia da minissérie global que conta a história da cantora Maysa, no site da emissora no dia posterior a estréia, veio à notícia de que ela tinha sido recorde de audiência.
Em reportagem feita pela revista Istoé, há uma idéia de como foi à carreira da cantora, marcada por escândalos, paixões conturbadas, excesso de álcool e surtos depressivos. E aí eu me indago. Vale a pena contar para o público semelhante história?
Há como admirar uma pessoa assim? Há como tomar como exemplo todos os seus escândalos?
“É a degradação da família brasileira". Foi assim que o presidente Lula definiu as novelas, e não deixo de concordar também, há cada vez mais apelação ao sexo, a traição, a desunião das famílias, aos conflitos e principalmente contra os valores. Aí vêm os autores se defendendo que são histórias da vida real! Que vida real? Todos esses assassinatos, todas essas mentiras e histórias totalmente desqualificadas querendo fazer parte do cotidiano de milhões de brasileiros! Só para tomar como exemplo, já reparou que todas as novelas da Globo passadas em horário nobre, as famílias moram em apartamentos de luxo, vão para a Europa de férias. Até gari de novela tem apartamento fino. É essa a nossa realidade?
Já tive a oportunidade de ler uma entrevista da apresentadora (?) Luciana Gimenez que disse que programas culturais não davam audiência, e o pior é que tenho que concordar com ela.
Cultivamos ídolos errados, assistimos programas errados e contribuímos cada vez mais para a degradação das famílias, dos valores, da moral...

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Israel e Palestina


Com relação ao conflito entre Israel e a Palestina, não posso deixar de dizer que fico estarrecida ao ver que inocentes pagam caro com tanta violência. Pessoas que como nós, alheias a tanto ódio, tendo que conviver com ataques sem saber se vão acordar no outro dia.
Fico aqui, com o coração apertado, embalada com a canção de John Lennon que imaginava como eu, que esse mundo pode ser bem melhor. Sem guerras, sem fome e nem sofrimento, sendo um só. Mas essa realidade, como tão cantada na música, está cada vez mais longe.

Lula é 18ª pessoa mais influente do mundo


Segundo publicação da revista americana Newsweek, o presidente brasileiro aparece na frente até do papa Bento XVI, no ranking das personalidades mais influentes do mundo. Para a revista o Brasil tem atualmente a menor taxa de inflação nos países em desenvolvimento, além de possuir US$ 207 bilhões em reservas internacionais.
Lula deve estar mesmo nas nuvens. O único problema agora é a crise internacional, que para mim o ex-torneiro mecânico tirará de letra, afinal 73% dos brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom, o que confirma uma considerável confiança no seu governo. Além de tudo, o próprio estudo da Newswek considera nossa economia saudável. Só gostaria de ver a cara do Diogo Mainardi, diante disso.